quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Quem sabe?

Eu gostaria muitíssimo que um dia ele ouvisse, ou pelo menos lesse:
é óbvio que, desde o primeiro oi, alguma coisa foi diferente. Não, não estou falando de romance, ou qualquer coisa do tipo, porque nunca tive qualquer sombra de dúvida de que você verdadeiramente ama sua namorada. Estou falando de sintonia, de prazer em estar junto. Essas coisas que poucas vezes na vida acontecem, mas que você resolveu jogar fora, talvez só eu as tenha sentido, se foi, me desculpe. No entato, eu não posso fazer mais do que já fiz pra isso, tenho de respeitar a opção que fez. Afinal, eu fiz a minha. Eu resisti até não aguentar mais, era isso que você queria. Só não vejo motivo para você agir da forma como está agindo. Porque, apesar de tudo, você ainda é um ser humano como nenhum outro que conheci, é aquele cara que admiro por diversos motivos, sobretudo pela inteligencia, pelo bom humor e gentileza. De forma alguma eu deixaria de acreditar nisso pelo que aconteceu. Eu não sei quais foram seus motivos, confesso que me satisfaria muito saber, porém entendo você não querer expô-los. Contudo, obrigada, pelo acervo; pelos sorrisos e risadas; sobretudo, pelos aprendizados. És daquelas pessoas que levarei para sempre comigo. U-há! É isso.
ps: Anthony Hopkins (should) says: " it's a difficult mission, not impossible". The mission is completed.

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