Amiga T. cobrou os 'causos' do carnaval. Já adianto, nada muito interessante. Amiga T., amiga L. e eu resolvemos: em casa não ficamos, vamos sair pelo menos 1 dia! A gente tentou pilhar mais alguém, mas no fim só deu o trio parada dura mesmo ( tá, sei que é velha, mas não dá pra não usar.). Elegemos a segunda, L. queria ir pro Asbac, eu pro Minas. Asbac me assuta. E as opções eram basicamente essas. Primeiro problema: um estava fazendo inveja ao Tático em começo de mês com promoção de feijão (socorro, eu só imagino como seja), o outro à câmara dos deputados na sexta-feira. Adivinha? Sim, imagina se iámos perder promoção de feijão! Eu não estou brincando, o lugar saía gente pelo ladrão. Mas a música estava muito boa, chegamos estava rolando pagode, muito bom por sinal. ( A propósito quem tiver "pensando em você" com arranjo de forró, me manda, por favor!). Amiga L. logo encantou um moreno de olhos verdes, que chegou chegando, mandou um caô, já era! Amiga T. encantou um moçoilo por lá, mas não foi recíproco. O pior é que somos das mais tontas e não combinamos sinais do tipo: "ME TIRA daqui!" e a "dançem por aqui mesmo ;) " A pobre T. cutucava L. pra salvar, e ela nem te ligo. Sim, gente L. às vezes é meio devagar. ( Um dia conto as da L.) e T. simpática demais. Acabei salvando T.. Eu não encatei ninguém, porque não considero chegar pegando pela cintura estar encantado! Aliás ODEIO! Muitos rapazitos muito graciosos perderam oportunidades comigo por isso, não digo que eles realmente lamentem, mas, jogaram oportunidade fora. Então, fomos lá pra fora, ainda cheio, pagodeamos, pagodeamos...
T. encontrou um conhecido, queria pegar, mas não deu mole, logo, o rapaz: nem te ligo. Enquanto a noite rolava, ouvíamos de tudo! " Diz aí, Fulano, de 0 a 10 você dava 5 pela simpatia... (segundo depois, após eu dar aquela voltinha clássica do pagode, sem saber que falavam de mim) mas é porque você não viu os peitos dela, sabe aquelas vacas magras..." Me recusei a ouvir o resto, isso era o que ? Diz que era só falta do que falar unida à falta de massa cefálica, por favor! Prosseguindo a noite, passam dois rapazes que resolvem descolar um beijo na boca meu e da T., o que estava falando comigo era simátipo, uma graça, mas eu não tava querendo mesmo. Eles insistiram muito, mas nenhuma das duas estava querendo, eis que chegam os amigos e um manda:" Vamos, Fulano, deixa pra lá. ( o moço continuou insistindo) Não, deixa, vamo'bora! Elas tão se achando muito pra quem não pode!" kkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Não, sério, só dá pra rir mesmo. Quer dizer agora que pra você não ser metida você tem de beijar o cara mesmo não querendo, só porque ele quer? Mesmo quando estamos simplesmente dançando, sem nem olhar pra eles e ainda que tenhamos sido bem simpáticas quando dissemos: " NO WAY"? Ah, tenha santa paciência! A noite ia e T. e eu adimirávamos um tio que "passo mal, viu?". Porém, minha teoria sempre se confirma, se você olha, dá moral, o cara "nem te ligo", quando você nem se dá conta da presença, o rapaz não desgruda. Falando em não desgrudar o cara lá de dentro reencontrou a T., não é que voltou a instir? Outra vez levou um simpático no way. Hora do funk, o que virou aquilo? me conta. Primeiro, o 'artista' começa: "agora é liberado, os homens podem tirar a roupa da mulhereda." Eu temi quando ouvi aquilo, mas, felizmente, ninguém levou a sério. Porém T. ouviu e repassoui: " A lá de casa levou a sério. Terminamos". O lugar parecia que estava enchendo mais, não sei como. Consegui dançar mais umas 6 músicas, acabei desistindo, fiquei só 'apreciando' mesmo. Percebi duas brigas começando, saímos, deu em nada. Nas duas vezes era o mesmo garoto! Chegou a vez do tal de MC Créu. Eu já tava mais pra desanimada que pra animada. Ele conseguiu piorar, com a falta de músicas, e com a falta do que falar: " Agita aí, galera: fulana, piranha! beltrana, piranha! cicrana, piranha! Agora se vinguem: fulano, viado! beltrano, viado! cicrano, viado!" Não sei se foi pior o 'artista' falar isso, ou muitos repetirem ( pros amigos). Daí, tomamos uma sábia decisão: vamos sentar lá fora, comer um cachorro-quente e conversar. Que fique claro que antes ainda fui chamada de gorda, ainda bem, se não era eu quem estaria sendo forçada a beijar o indíviduo acéfalo em questão, além de feio, e não T., a quem salvei, claro.
No fim, não ficamos em casa, curtimos na medida do possível, dançamos, rimos, conversamos, matamos a saudade, ah existe coisa melhor que amigo? Não nos estressamos apesar de tudo, porque sabemos que educação não vem de berço, ainda mais em Brasília.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
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